quinta-feira, 30 de junho de 2011

CUIDADO COM OS ÍDOLOS!



Li uma reportagem no site das organizações Globo que me deixou estupefato! O título dizia: “Mulher Salva Cachorros de Incêndio, mas esquece o neto”. A matéria dizia o seguinte:
“O que salvar primeiro em um incêndio: os cachorros ou o neto dormindo?
Mandy Hands, de 45 anos, optou pela primeira opção. Quando as chamas se espalharam pela casa, em Coventry (Inglaterra), a mulher correu para salvar os quatro animais de estimação - da raça greyhound - e esqueceu o neto no andar de cima.
Por sorte, os bombeiros entraram na casa, pela janela do quarto, e salvaram o menino, que não ficou ferido.
O neto, que mora em Portsmouth, estava visitando a casa da avó. Terá sido a última visita?”
Ao ser perguntada sobre o grave incidente disse a envergonhada inglesa ao "Coventry Telegraph": "Eu entrei em pânico e acabei esquecendo que ele estava aqui".
Não é proibido ter animais de estimação e nem tão pouco gostar de um esporte. O problema é quando essas coisas passam a ser nossos “IDOLOS”!
A família, o ministério, um bem, o trabalho, pode se tornar um ídolo! Identificamos um ídolo a partir do momento que algo passa a ter mais importância pra nós que ao Senhor!
Tudo que está entre nós e Deus impedindo-nos de servi-lo melhor, pode ser considerado um ídolo.
O livro de Isaías 1:6 diz: “No ano em que o rei Uzias morreu, eu vi o Senhor”.
Uzias foi um dos grandes líderes que Judá viu sentar-se no trono; e, o texto parece sugerir que Deus a partir morte revelaria a Isaías e a nação que existia alguém mais poderoso e capaz que o bom rei Uzias.
O que aconteceu com a inglesa Mandy Hands pode ocorrer com qualquer um de nós!
Será que estamos nos esquecendo do Senhor, em função de existir algo com mais importância?
Então, cuidado com os ídolos!

Pr. JL Camargo

O Presente do Calvário

A maior dádiva oferecida por Cristo na Cruz do Calvário foi o perdão dos nossos pecados e a possibilidade do relacionamento com Deus através da oração. Este foi o maior presente que já recebemos e o maior ato de misericórdia.
A expectativa de Deus em relação à Cruz difere muito de nossa expectativa. Quando olhamos para a Cruz enxergamos a nossa libertação do pecado, dos vícios, a possibilidade da vida eterna, desejamos a paz que excede todo o entendimento etc. Quantos benefícios vindos da Cruz.
A expectativa maior de Deus na Cruz foi reconciliar, rasgar o véu e abrir caminho para o diálogo sem barreiras com o homem.
A obra da Cruz só é completa em nossas vidas quando alcançamos a expectativa de Deus e passamos a desfrutar do relacionamento com Ele, que é o melhor que a vida cristã nos oferece.
Se permanecermos na perspectiva humana da Cruz estaremos sempre buscando preencher o nosso interior com “bênçãos” aos domingos, ao invés de beber da fonte diariamente, sabendo que todas as outras coisas são apenas conseqüências do bem maior.

          A vida de oração nos leva a viver além da perspectiva humana, alcança o objetivo do Pai de nos ouvir e dialogar conosco. Não é apenas orar para mudar, pedir, reivindicar ou qualquer outra coisa, é orar para desfrutar da comunhão que nos foi concedida por Jesus Cristo no Calvário.
Dany Novaes